Ah se acabasse! Que tristeza seria viver e conviver. E amadurecer. E (re)nascer.
Mas não, ele não acaba. Ele transforma, Ele é energia, não pode ser perdido, não pode ser criado, ele é apenas transformado.
Começamos a vida amando aqueles que cuidaram de nós, que nos deram apoio, que brincaram conosco e nos contaram histórias, Que fizeram casas na arvore, que ensinaram-nos a andar de bicicleta. A amar o próximo, a fazer o bem e a amar nos mesmo. E assim vamos crescendo até que esse amor se torna grande demais para ser dividido em apenas um núcleo familiar.
E assim ele começa a transbordar.
Transborda para os amigos da Escolinha, depois para os amigos da Escola que serão eternos companheiros enquanto a amizade durar e o tempo permitir. Depois para outros grupos que a vida vai nos apresentando, Amigos dos cursos de inglês, do trabalho, do cursinho, da faculdade, das festas e dos encontros e desencontros da vida.
E o amor só se transforma,
Até que conhecemos pessoas que juramos ser as certas, e moldamos esse amor para uma nova instancia. Para um novo nível, não superior nem inferior, apenas diferente.
E a gente ama, se entrega e não pensa duas vezes. Só sente, só vive. Entrega o coração a palmatoria, a alma a sacrifício e os sonhos ao destino. E a gente sua, e tenta, e erra, e sofre. Mas vale a pena. E continua valendo a pena. E cada dia é uma cruz nova, mas ainda vale a pena. Cada dia é um novena, mas continua valendo a pena.
Vale muito a pena, mas do que você jamis imaginaria.
Vale muito a pena.
Vale a pena.
Vale,,, pena?
Pena?
Não vale mais nem a pena.
E ele muda. Ele não acaba, ele transforma.
O amor é matéria prima que a vida se encarrega em transformar em algo. Matéria prima para tristeza, alegria. Matéria prima para raiva, Matéria prima pra rima.
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