Meu centésimo texto é dedicado às palavras que eu nunca disse, mas sempre pude escrever.
E aos jovens largados no mundo, com sonhos na cabeça e paz no coração, mas com os braços não platinados o suficiente para as adversidades da vida, a única coisa que posso dizer é que asas só são dadas a quem pode voar.
Sem textos de palavras confusas e mal compreendidas. Sem textos para deixar para a posteridade. Sem textos para mostrar o amadurecimento, as decepções e os amores eternamente mal resolvidos.
Cem nada para dizer hoje.
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