Maldito sorriso. Nao o dele, o meu, que foi demonstrar justamente aquilo que eu nao sentia. Ou nao queria sentir.
Burra, idiota! Nao consegue nao atuar pelo menos uma vez na vida? O que custava chorar, derramar uma lagrima soh, por mais insignificante que fosse. Ou, sei la, ficar quieta, abaixar a cabeca. Ate vomitar seria mais real do que aquele sorriso. Eu era uma maldita atriz da vida. Mas tinha que adimitir: eu atuava bem. Todos acreditaram, menos eu.
E ai, eu fiz o que fazia de melhor: atuei novamente. Fingi que era feliz.
Fingi por um mes, depois dois, tres ate que fecharam os doze, os vinte e quatro, os trinta e seis. Os 16 anos de minha existencia. Atuava tanto que era feliz, que acabei sendo...
Ai ninguem acreditou, soh eu.
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